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projetos
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Magda y su vida [2008 - [...]] |
¿quién es Magda? |
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Pequeno manual básico "quase" elucidativo de dança contemporânea? [2009 - [...]] |
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(5 passos e outras inclinações)Preliminares laterais
“Mapa” (figura com os traços gerais, uma caricatura [da des-inscrição] contendo pontos da composição)de uma des-inscrição possível para uma dança contemporânea.Composição: mixagem textual, imagens e o próprio manual de apontamentos e aforismos que se dividem em módulos ou em respectivas seções dançantes.*Produção de vídeos de experimentos dançantes/frames (cadências) de dancidades vitais. *Um pequeno manual (de passos) como relato descritivo do processo captado, digressões e imagens dessas respectivas dancidades. Isto pode ser, talvez, na forma de um dicionário de objetos-imagens-afetos(dicionário vago da despalavra), ou ainda, pode ser também apenas um anexo do manual. # módulo 1: “Eis aí a autoexplicabilidade da dança plena (ou da dança contemporânea); acontecências de inexplicabilidades não suplementáveis por explicações de ordem avulsa”. [Des-mostração de como isso é o caso, e também como invariavelmente qualquer coisa pode ser].# módulo 2: “Mostração de flexibilidades (invisíveis) resultantes do fato de não se arrastar a dança até às categorias estéticas precedentes, para a posterior redutibilidade em um entendimento lógico-discursivo; não trancafiar a dança no discurso, deixar que a dança continue sendo dança dentro dele, fazer de todo discurso dança e não o contrário”. [Des-mostração e várias outras verossímeis possibilidades, já que a dança não se cola a qualquer super conceito que seja]. # módulo 3: “Insustentabilidades persistentes, para uma dança plena: transformar toda proposição em poética”. [Des-mostração axiomática e peremptória]# módulo 4: Uma Pausa Movimento de Outramento. Um artista é convidado a divulgar o seu trabalho, expondo e falando sobre o seu projeto. [Mediar a fala do convidado por meio de registros do seu trabalho, tais como: entrevista, vídeo etc]# módulo 5: “Uma provocação ao pensamento: a dança contemporânea, plena ou crítica (por suas re-inscrições des-inscritivas) é o devir-dança em infinito trânsito em suas criações autocategoriais de concretas efemeridades deliqüescentes e de ‘flexibilidades invisíveis’ por ‘inexinstantes’ contraditórios”. [Des-mostração disso, palestra que tem como recurso expositivo o Mapa/esquema geral e todo kit produzido até então] O lado esquerdo da conclusão (verbal e imagética-parte textual do pequeno manual)a) criações involuntárias ou não impostas de instantaneidades categorias de uma ordem autônoma;b) contradição de inexinstantes indiscerníveis para uma imposição lógico-discursiva; c) auto-prescritividade que acarreta em aquisição de prolongamentos ou em expansíveis dancidades como produção de conhecimento dançante.ci) O conhecimento que diz respeito à vida dançante e não ao conceito. O brilho de uma dancidade é a vida instantânea de sua acontecência, todo fluxo parado/estancado na palavra decisiva ou nos limites de uma definição torna-se folha morta, enrolando-se e virando pó, sem qualquersignificado concreto, levada pelo menor pé-de-vento. Não édancidade com a seiva da vida, e não pertence à árvore; nela a energia não circula. É maço de folha murcha da vida, sem propósito (cf. Lawrence). A dança traz vida, na forma de movimento, e dá sentido afetivo à palavra e não o contrário. cii) O que justifica a sua legitimidade é o quão de vida em fluxos de afetos ela porta e não sua petição filosófica ou científica. Sua pertinência é a sua própria vida, a dança precisa se manter dançando sempre para existir e justificar-se, só ela é capaz de expressar o presente e o instante que é. Ela não clama o seu sentido primitivo do afeto à ciência ou à filosofia, e segue irredutível ao conceito, insondável para ele, mantendo-se outra àquelas constituintes de uma ordem avulsa e dispensável à sua existência. A dança é soberana e paradoxal ou contraditória dancidade e a palavra é o seu corte e a sua morte, sua incompatibilidade restritiva toda vez que lhe impõe um sentido único pela linearidade do dizer (este precisa deixar mover, e ainda, a favor dessa diferente ordem; e é aí que a palavra ganha enquanto a dança, no mínimo, pode não perder ao ser dita de maneira menos violenta. Se é que isto há, já nada a alcança, apenas pode a deixa passar ou não, mas sempre numa ordem e dimensão que não é a sua e, para ela, sempre independente). A dança dança e preenche um sentido paradoxal e inarticulável na ou para a linguagem verbal. Ao contrário do estancamento da palavra à dança, ela abre a palavra que tenta, instigada, expandir-se para apanhá-la. A dança despalavra afetos e eles correm, pulam, deslizam livres pelo seu oco movediço, ela suplanta a mania de transformar tudo em palavras. Ah... como ela odeia palavras que queiram sempre interpôr-se entre ela e a vida: as palavras é que violentam, se é que isto há: palavras e frases feitas, sugando a seiva de todas as coisas vivas.
Matérias exprimíveis em um novo trabalho Glossário impreciso da dança plenaFenômenos epidançantes para metaforizar também o imenso no conceito, ou a epidança para colocar o deslimite flexível no conceito. Referência: [work in progress - 09/2008 -[...]]
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marafona: força criadora do desaparecimento [ 2006/2008] |
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O projeto “marafona: força criadora do desaparecimento” é uma realização do Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna 2006. De criação e realização do "cão amarelo" em parceria com o NAI - Núcleo de Ação Integrada [uma associação sem fins lucrativos com finalidades artísticas, culturais, sociais de comunicação e pesquisa], tem como objetivo a realização de uma pesquisa sobre a dança, contemplando como resultado a produção de um videodança e uma publicação.
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curso: Relação entre pensamento, linguagem e mundo [2006] |
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Curso Realizado com subsídio do NAI - Núcleo de Ação Integrada. Ministrado pelo Prof. Dr. Nazareno de Almeida. (32h/a) espaço cãoamarelo |